domingo, 29 de março de 2009

Pequenos negócios e Inovação

Antes de mais nada gostaria de me desculpar por dois motivos: o primeiro é pela demora em colocar esse post, o segundo é pelo tamanho dos meus posts.
A primeira situação esta sendo corrigida agora que vamos discutir a inovação e os pequenos negócios. A segunda já é mais difícil, pois como poderíamos discutir esse assunto em um texto curto. Mas vamos lá.
A primeira pergunta é se as pequenas empresas inovam. A última pesquisa PINTEC do IBGE cobrindo o periodo 2001/2003 , apresenta o seguinte resultado para a taxa de inovação:

Podemos observar que apesar de um pequeno crescimento, a inovação nas empresas de até 100 funcionários é significativamente menor do que nas empresas com mais de 500 funcionários .
Entretanto essa pesquisa não responde as questões referentes aos pequenos negócios, visto que contempla apenas o universo de 84.3 mil empresas industriais com mais de 10 funcionários. O real entendimento da inovação na pequena empresa, precisa necessariamente considerar o universo de 5.028 milhões de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços existentes no Brasil ou pelo menos os 1.544 milhões de estabelecimento no Estado de São Paulo.
Alem disso a pesquisa foi concebida, considerando-se a segunda edição do “manual de Oslo” que apresenta uma definição mais restrita do conceito de inovação.
Buscando realmente entender esse processo, o SEBRAE-SP realizou a sondagem “Inovação e Competitividade nas MPEs” com uma amostra de 450 empresas que representam o universo dos 1.544 milhões de estabelecimentos de pequeno porte no Estado de São Paulo.
Para essa pesquisa foi utilizado o conceito de inovação do Sistema SEBRAE que foi traduzido da seguinte forma:
“ a sua empresa realiza aperfeiçoamentos, introduz inovações, melhorias ou novidades no seu negócio?” sendo que obtivemos a seguinte resposta:


A pesquisa toda é muito interessante a vale a pena ser consultada no site do SEBRAE-SP (http://www.sebraesp.com.br/sites/default/files/inovacao_competitividade_mpes.pdf) , mas vale a pena destacar um ponto em especial. Se compararmos 2 grupos, um composto pelas empresas que não inovam ou que inovam raramente (47% do total) e o outro composto pelas empresas que realizam inovações com alguma frequência (os 53% restantes), com relação a parâmetros com volume de produção, faturamento, produtividade por funcionário, percebemos que proporcionalmente o numero de empresas que tiveram melhorias nestes fatores no segundo grupo (inovadores) é o dobro das empresas do primeiro grupo.
Ok! Conseguimos demonstrar estatisticamente que a inovação é importante para a pequena empresa. Mas como isso funciona na pratica.
Lembrando que o nosso conceito de inovação pode ser resumido como “novidade que resulta em maior competitividade no mercado” , os pequenos negócios tem uma grande vantagem neste processo pois como são “leves” e flexíveis tem grande facilidade para implementar mudanças.
Perto de onde eu moro existe um estacionamento. Este é um pequeno negocio que como tantos outros ou estava enfrentando dificuldades financeiras ou o seu dono queria obter mais resultado do seu investimento, o fato é que ele passou a oferecer um serviço de lavagem de automóveis. Isso é uma inovação? Com certeza é a agregação de um novo processo que melhora o resultado financeiro da empresa, então é uma inovação. Depois de algum tempo ele passou a ampliar o seu horário de atendimento, oferecendo o serviço também aos domingos. Eu sei que isso pode parecer obvio, mas ninguém fazia isso antes na região, por isso é uma inovação.
Depois de algum tempo, fez acordos com alguns restaurantes da região, oferecendo serviço de estacionamento para os clientes dos restaurantes, e em seguida passou a oferecer a lavagem enquanto cliente almoça.
Vejam que nestes casos não houve nenhuma pirotecnia, apenas um empresário que identificou necessidades e passou a oferecer serviços que as atendem. Inovar é isso é estar atento e se antecipar.
Para encerrar vou contar uma lição que aprendi. A pedido da Incubadora de Guarulhos realizei uma palestra sobre inovação no auditório da Faculdade ENIAC em Guarulhos. Ao final alguém me perguntou qual o risco da inovação. Respondi que um dos riscos da inovação é que ela não de certo, ou seja, você investe tempo , esforço e recursos e não obtém o resultado esperado. Isso é verdade, mas não é o único risco da inovação. Ainda bem que alguém na platéia nos lembrou que um outro risco tão grande quanto este é acreditar que já inovamos tudo, e que podemos descansar. Isso não é verdade, inovação é um processo continuo que não pode parar, porque se pararmos, alguém vem inova mais e ficamos para traz.

sábado, 14 de março de 2009

Inovação e Invenção - segunda parte

Tudo bem, nem sempre um invenção vira uma inovação. Se o Sr. Fly não cantasse em um coral e precisasse de um marcador de pagina, a cola “inventada” pelo Sr.Silver ainda seria apenas uma invenção e não parte integrante de uma outra invenção que efetivamente se tornou um inovação.
Mas será que é possível inovar sem uma invenção?
Vamos pensar no caso das Sandálias Havaianas. Quando foram lançadas em 1962, já não podiam ser consideradas uma invenção,
pois foram inspiradas nas tradicionais sandálias japonesas ZORI
Não eram invenção mas podiam ser consideradas inovação?

Vocês se lembram que inovação é:
“A concepção de novo produto ou processo produtivo, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando
em maior competitividade no mercado”
O que o pessoal da Alpargatas fez com as sandálias Zori? Tocaram a palha de arroz e o tecido por um tipo de borracha que “não tem cheiro nem solta as tiras”. Essa “agregação de novas ...características ao produto...” resultou em uma maior competitividade . Em 1965 eram vendidos 1000 pares por dia. Definitivamente isso é uma inovação.

Mas como em todo caso de inovação muito bem sucedida, logo surgiram os seguidores que são comuns neste processo. Em 1970 a Alpargatas, foi obrigada a fazer uma ampla campanha para diferenciar o seu produto das imitações. Essa campanha, protagonizada pelo Chico Anisio, criou o bordão “Havaianas as legitimas, as únicas que não deformam , não soltam as tiras e não tem cheiro"







Por volta de 1994 , mais de 30 anos após o lançamento, as vendas de sandálias havaianas estavam muito baixas e o produto erra associado com a camada mais pobre da população. Neste momento , acontece mais uma inovação. As sandálias que originalmente eram bi colores ( Branca e outra cor) passaram a ser oferecidas monocromáticas. Chamadas de Havaianas Top, esse novo produto foi direcionado as classes mais altas da população e obteve um boa aceitação. A partir daí foram criadas novas segmentações : Havaianas Surf, Havaianas Brasil, Havaianas Slim, Havaianas Flash, etc . Neste processo em que o produto é caracterizado como elegante e único, através de campanhas de marketing cuidadosamente planejadas, acontece também uma conquista do mercado externo






Recentemente, um grupo de estrangeiros visitando o SEBRAE-SP, pediu para ser levado a um local onde pudessem comprar as Sandálias Havaianas. Isso é outra inovação sobre o mesmo produto.O caso das Sandálias Havaianas nos mostrou que é possível a inovação sem uma invenção. Se a Alpargatas consegue inovar sem inventar, você também pode. Duvida? Isso vai ficar para o próximo post.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A relação entre o ovo e a galinha e entre inovação e invenção

Quem nasceu primeiro o Ovo ou a Galinha?
O que essa pergunta tem a ver com inovação e invenção? Em principio nada. Nada porque nestas duas perguntas podemos estabelecer uma relação de causa e efeito, mesmo que não saibamos em que ordem ela ocorre. Não importa quem vem primeiro, o outro sempre vem depois.
Já entre inovação e invenção não existe essa relação direta. Nem toda invenção vira inovação, como nem toda inovação vem de um invenção.
Ficou complicado, vamos tentar explicar.

Segundo o Aurélio, invenção é :” [Do lat. inventione.] Substantivo feminino.. Ato ou efeito de inventar, de criar, de engendrar” e inventar é :” [De invento + -ar2.] Verbo transitivo direto.. Ser o primeiro a ter a idéia de:”
Ter idéias é natural do ser humano. Todos nos temos inúmeras. Quando uma dessas idéias é realmente nova, estamos diante de uma invenção. Mas uma invenção só se transforma em uma inovação se ela chegar a sociedade e produzir algum resultado.


Um bom exemplo desta situação é o “Post It”, aquele bloquinho de recados produzido pela 3M. Em 1968 Spence Silver, pesquisador da 3M, inventou um novo adesivo. Esse adesivo transformava-se em pequenas esferas que não se dissolviam, não derretiam e eram extremamente adesivas e que tinham o diâmetro de uma fibra de papel, mas não tinha uma forte aderência quando aplicado as fitas.
Durante mais de cinco anos o Sr Silver promoveu seminários internos no 3M procurando uma utilidade para o seu invento, mas não encontrou. A cola do Sr Silver era uma invenção mas não era uma inovação.
Essa historia mudou em 1977, quando Art Fry, que alem de trabalhar na 3M, cantava no coral de sua igreja e tinha muitos problemas com os marcadores de pagina que viviam caído do livro de cânticos. O Sr Fly que havia assistido um dos seminários realizados pelo Sr Silver, resolver experimentar essa “cola” nos marcadores e percebeu que mais do que marcadores eles poderiam ser blocos para notas ou recados.
Como esse era um conceito novo o Sr Fly tinha dificuldades para explicá-lo, por isso decidiu produzir uma quantidade destes blocos com a invenção do Sr Silver de distribuir as pessoas na 3M para que elas próprias descobrissem como utilizar essa nova invenção. O resultado desta ação foi o lançamento do “post it” em 1981.
A inovação “post it” dependeu não de uma mas de duas invenções. Mais tarde vamos discutir as inovações que não dependem de invenção.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Como o Obama quer sair da Crise

Na ultima terça feira o presidente Barack Obama fez o seu primeiro discurso sobe o Estado da Nação.

Esse discurso é uma tradição no modelo político norte americano, onde o chefe do executivo deve de tempos em tempos, relatar ao legislativo como esta a situação da nação com um todo. Neste momento o presidente indica quais são suas prioridades e presta contas do que foi feito.

Aqui vai um destaque sobre a forma que deve orientar qual o processo para a superação da crise:

"O peso dessa crise não vai determinar o destino desta nação. As respostas aos
nossos problemas não estão além do nosso alcance. Elas existem em nossos
laboratórios e nossas universidades, nos nossos campos e nossas fábricas, na
imaginação dos nossos empresários, no orgulho do povo mais trabalhador da
terra."

Pessoalmente eu concordo com o presidente Obama. O que ele descreve neste paragrafo é o processo de inovação e inovação é o caminho que conduz para a saída da crise através da criação de oportunidades.

Como podemos aplicar isso no Brasil?
Clique aqui para ler a integra do discurso em inglês no site da CNN

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Agora que o Carnaval passou...

O Renato Fonseca de “O Conselheiro Criativo” nos chama atenção para a “indústria do carnaval” traduzida nos desfiles das escolas de samba. Em um período de pouco mais de uma hora mais de 3000 pessoas fantasiadas e pelo menos 5 alegorias tem que atravessar uma passarela com 530 metros, organizados em alas, dançando e cantando, submetendo-se a um julgamento p’ra lá de subjetivo. Como isso pode funcionar?
Acho que o primeiro ponto é objetivo comum! Todos ali, desde o mais antigo membro da escola até o turista que comprou a fantasia um dia antes do desfile, tem o mesmo objetivo, ganhar o carnaval. Afinal ninguém gosta de perder e por isso há uma grande dedicação de todos.
O segundo ponto é a confiança. Como todos tem o mesmo objetivo, uns confiam nos outros. Não existem motivos para agendas ocultas, e por isso mesmo existe a colaboração.
Um passista mais antigo ensina os truques aos passistas que estão chegando, porque ele sabe que mesmo sendo o melhor sambista da avenida se o colega do lado tropeçar e cair , todo o resultado pode ser comprometido, a escola perde e ninguém ganha nada.
Um terceiro ponto também fundamental é o prazer: as pessoas não são obrigadas a desfilar em uma escola de samba, mas quando o fazem, fazem com paixão, dedicando a isso não somente o seu tempo mas também colaborando de inúmeras outras formas; com sugestões; habilidades especiais e até mesmo financeiramente. A maioria dos participantes paga para desfilar.
É lógico que empresas e escolas de samba são coisas diferentes, mas se pudéssemos levar para empresas um “clima escola de samba” que contemple sentimentos de objetivo comum, confiança e prazer, onde as pessoas que trabalham ali deixem de ser funcionários, empregados , colaboradores, etc e passem a ser “integrantes” de um projeto comum, poderíamos ampliar o fluxo de aprendizagem na empresa melhorando os seus resultados.
Mas é importante saber que isso não mágica. Não é de uma hora para outra que as pessoas passam a confiar nas outras, este é um processo que precisa ser semeado entre os “integrantes” de uma empresa, principalmente através de ações comportamentais
No momento que ele começar a florescer, precisa ser reconhecido, reforçado e até mesmo premiado para que cada vez mais funcionários, empregados , colaboradores, etc se transformem em “integrantes” orientados para um mesmo resultado, colaborando com os seus colegas para que ninguém tropece, e confiando que essa é a melhor atitude.
E essa é uma postura que deve acontecer sempre, até mesmo nos momentos mais adversos, pois somente com esse espírito é que se supera as grandes crises. Para ilustrar esse sentimento deixo aqui uma musica escrita em um momento de crise vivida na Escola de Samba Unidos de Vila Isabel:


Renascer das Cinzas
Martinho da Vila

Composição: Zé Catimba

Vamos renascer das cinzas
Plantar de novo o arvoredo
Bom calor nas mãos unidas
Na cabeça de um grande enredo
Ala de compositores
Mandando o samba no terreiro
Cabrocha sambando
Cuíca roncando
Viola e pandeiro
No meio da quadra
Pela madrugada
Um senhor partideiro

Sambar na avenida
De azul e branco
É o nosso papel
Mostrando pro povo
Que o berço do samba
É em Vila Isabel

Tão bonita a nossa escola!
E é tão bom cantarolar
La, la, iá, iá, iá, iá, ra iá
La, ra, iá

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A inovação e a gestão de conhecimento

Para facilitar o nosso entendimento vamos combinar que inovação é :
A concepção de novo produto ou processo produtivo, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando em maior competitividade no mercado”

Essa definição é usada pelo Sistema SEBRAE no documento Diretrizes para Atuação do Sistema SEBRAE em Acesso á Inovação e a Tecnologia , mas acho que podemos pega-la emprestada. O pessoal do SEBRAE não vai reclamar.
Em ultima analise, podemos dizer que quando um negócio inova, ele encontra uma forma diferente de fazer o que todos os outros fazem. É por essa diferença obtém um retorno melhor, seja porque consegue ter um custo mais baixo ou porque a diferença é percebida pelos clientes, que se dispõe a pagar mais por ela.
Legal! Então podemos dizer que o segredo é parte do processo da inovação, pois enquanto os meus concorrentes não sabem o que o meu negócio faz de diferente, eu tenho uma vantagem competitiva, que Schumpeter chamava de Lucro de Monopólio.
Essa verdade que funciona muito bem da porta para fora, quando aplicada da porta para dentro pode trazer resultados desastrosos. Quando dentro de um negócio ou empresa, não existe um ambiente de colaboração e compartilhamento de conhecimentos é muito mais difícil o desenvolvimento de inovações. E essa é uma condição mais comum do que possa parecer.
É comum que um colaborador que detém algum conhecimento diferenciado, o chamado “pulo do gato”, relute em compartilhá-lo com os seus colegas. Por que será que isso acontece?
Eu não sou um especialista, mas acredito que esse comportamento tem muito a ver com a chamada “Hierarquia das Necessidades de Maslow”, também conhecida como “Pirâmide de Maslow”. Segundo essa teoria, proposta pelo psicólogo americano Abraham Maslow, em meados do século passado as necessidades humanas podem ser classificadas em cinco categorias sobrepostas, conforme o demonstrado na figura:


O que um conhecimento diferenciado traz para o colaborador?
Em minha opinião a fisiologia não é afetada por esse comportamento.
A sensação de segurança pode ser aumentada, pois enquanto ninguém sabe o que eu sei a empresa depende de mim.
Não tenho certeza de como o andar superior da escala, que trata de amor e relacionamento pode ser afetado. Já sensação de poder, remete diretamente ao quarto degrau da pirâmide.
Se as empresas quiserem estabelecer um ambiente de compartilhamento de conhecimento entre os seus colaboradores, precisam criar instrumentos que superem essas necessidades.
O colaborador tem que saber e confiar que a manutenção de seu emprego não vem de uma chantagem, mas sim da sua contribuição com o crescimento coletivo de todos os demais colaboradores que leva ao crescimento da empresa. Mesmo porque um conhecimento que hoje é importante pode ser rapidamente ultrapassado e descartado.
O colaborador tem que entender que o seu valor para a empresa, não vem do seu conhecimento “embarcado”, mas sim da sua capacidade de difundir esse conhecimento, de mesclar esse conhecimento com outros, e a partir desta mescla, construir outros conhecimentos.
Mas acima de tudo, a empresa tem que levar o colaborador para o topo da pirâmide de Maslow, em busca da realização pessoal, onde a criatividade e colaboração afloram naturalmente.
Esse processo de elevar o colaborador ao longo da pirâmide, ajudando-o a superar as suas resistências é uma etapa fundamental no que chamamos de Gestão do Conhecimento, que é fundamental para a inovação.
Como já diziam os Professores José Carlos Barbieri e Antonio Carlos Teixeira Da Fundação Getulio Vargas:
“...inovação é um processo interpessoal. Transformar idéias em produtos, serviços e processos requer a organização de diferentes atividades a serem executadas por diferentes pessoas, jamais poderá ser o resultado de um trabalho solitário. Por isso se diz que pessoas inventam e organizações inovam

Se nosso objetivo é inovar, precisamos colaborar e compartilhar conhecimentos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Inovação é Simples!!!

Há algum tempo atrás, Renato Fonseca do blog "O Conselheiro Criativo" declarou ao jornal Diário do Comercio e Industria:

“A inovação, ao contrário do que alguns imaginam, não está diretamente ligada a grandes idéias ou invenções. Através da observação do dia-dia e ouvindo a opinião do seu cliente, o empresário pode achar as respostas necessárias para que seu negócio possa deslanchar.”



Ou seja, inovação é simples. Vejam esse caso: Em um restaurante próximo à Av. Paulista, o barulho do liquidificador usado para fazer sucos incomodava os clientes. Veja que solução criativa eles encontraram




Uma simples caixa térmica usada de um jeito novo, produziu os resultados esperados. Isso é inovação



E ai no seu local de trabalho não existe nada que você possa usar de outra forma e que produza resultados, para você, para a sociedade, para a sua empresa ou para os seus clientes? Experimente e depois nos conte os resultados.